terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Costa Verde, Engarrafamentos, Praia e Carnaval.


Todo ano o enredo é sempre o mesmo; praia, carnaval e engarrafamentos.
Este ano não foi diferente! Quem optou em ir para as praias da Costa Verde (RJ), porque na televisão não diz que tem engarrafamento , botou seu bloco na rua, atravessou o samba e não conseguir terminar o desfile no tempo previsto.
A Costa Verde é uma região onde a serra e o mar se completam mostrando uma beleza singular, com lugares tranquilos e acolhedores; destacam-se no Rio de Janeiro: Itacuruça, Muriqui, Praia Grande, Sahy, Mangaratiba, Ibicuí, Serra do Piloto,  Conceição de Jacareí, Angra dos Reis, Paraty e Trindade.
De Itacuruça até Trindade, percorre-se cerco de 250 km e esses, em dias normais, são percorridos tranquilamente, já nas épocas festivas como Carnaval são longos os engarrafamentos principalmente na entrada do túnel de Muriqui, a TV não mostra, mas eles existem e apesar da Rio Santos estar duplicada desde 2009 um problema existe e ele está na boca do túnel de Muriqui.
O Plano logístico de 2015, assinado pela Presidente da República e o Ministro dos Transportes está previsto a duplicação de mais 20 km entre Itacuruça e Mangaratiba com a construção de novos túneis, vamos ver quando vai sair do papel.
A situação também se complica porque o Arco Metropolitano facilitou a ida para a Costa Verde e as praias desta região estão cada vez mais cheias. Neste carnaval, por exemplo, os engarrafamentos chegaram a 15 km de Itaguaí até Muriqui, percorridos em quase duas horas.
Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF) os engarrafamentos na maioria das vezes são causados pelo comportamento dos motoristas e a falta de planejamento das viagens.
Chegamos então às praias, que ficaram lotadas durante todo carnaval e ninguém se importou em dividir um espaço na areia.
A cidade estava cheia de veranistas ou aqueles “diaristas” que vão e voltam no mesmo dia; alguns não se importam com a cidade e seus reais moradores e  colocam som alto até de madrugada, ouvem  músicas de funk com letras proibidas e obscenas, jogam lixo na rua, estacionam em qualquer lugar, levam cachorro para praia e outras coisas mais. No final, tudo correu bem.
Em Itacuruça, a praia ficou cheia, houve nó na transito e algumas vias ficaram bloqueadas; Em Muriqui, praia cheia, muitos carros estacionados nas ruas que foram designadas para a passagem dos blocos e o bloqueio de ruas próximo ao posto de saúde onde ficava difícil até para a ambulância circular; Praia Grande e Sahy, praia cheia e restrição para carros, Em Mangaratiba o fervo foi na Praia do Saco,  praia cheia e estacionamento irregular; IbicuíConceição de Jacareí, Angra dos Reis, Paraty e Trindade, praias cheias.
Quanto ao Carnaval, a festa foi muito animada e foram poucos os incidentes.
Em Itacuruça, o bloco do carvão levou as ruas, segundo os organizadores, 30 mil pessoas; Em Muriqui a festa foi do Unidos pelo Chifre; Em Ibicuí, os blocos: Vira Copo e Bigode, animaram o carnaval; na Praia Grande foi o Grilo da Praia Grande; Em Sahy, o Bofe de Elite e na Praia do Saco, o Bloco Toca do Siri movimentou toda orla.
Passado a folia de momo, os moradores voltam à paz e a tranquilidade, sacodem a poeira, dão a volta por cima e esperam ansiosos por mais um verão onde possam de novo mostrar que estão ali.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Vocês sabiam que tinha Bonde em Campo Grande – RJ?


Pois é, em 1915 os Bondes começaram a circular em Campo Grande, eles percorriam 48 km fazendo o trajeto Rio da Prata x Centro de Campo Grande x Pedra de Guaratiba, eles circularam pelas ruas do bairro de Campo Grande durante 52 anos.
Os Bondes pararam de circular no dia 30 de outubro de 1967, deixando muitas saudades e muitas histórias.
Hoje um vídeo circula na internet mostrando o Bonde vindo do Rio da Prata em direção ao Lameirão e algumas ruas do centro de Campo Grande.
Na Estrada do Magarça ainda existe o que sobrou da estação, mas que não é valorizado pelo poder público que deixa a história da Zona Oeste esquecida, podendo aquele local ser transformado em um Centro Cultural, um Museu do Bonde ou um local de visitação pública, orgulho da nossa história. Dentro deste local que está sendo utilizado por uma estatal ainda existem os trilhos.
Alguns historiadores têm em seu poder acervos como sinos, estribos, fotos, etc.
Veja o vídeo em https://youtu.be/LQUfv3xncrk

UEZO fará ato em defesa do Ensino Superior Estadual

A defesa da autonomia universitária, a manutenção do financiamento da educação superior pública, a situação econômica e política do país...