segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Sensação de Insegurança em Campo Grande



O aumento da violência no Rio de Janeiro já está gerando insegurança em um bairro que até pouco tempo podia se dizer tranquilo.

Mas será só sensação de insegurança? 

A violência está cada dia mais presente em nossa região e os reflexos disso está estampado neste apelo solitário de um morador que impactou de certa forma aqueles que ainda não sentiram a insegurança vivida aqui atualmente.

Realmente temos que nos preocupar com os assaltos no centro de Campo Grande; com os roubos de carros nas ruas principais; com o desrespeito no transito, principalmente daqueles que se dizem profissionais do transito; com os menores de rua; com os moradores de rua que se proliferam a cada dia e outras mazelas sociais, mas chegar ao ponto de colocar uma faixa alertando aos moradores que o bairro está inseguro é porque a coisa não está muito bem mesmo. 

Muito se tem discutido sobre esses problemas relacionados à segurança pública na região; o 40º Batalhão da Policia, a Guarda Municipal, a Rio Luz, a Coordenação de Saúde, CEDAE, COMLURB, SEGOV, Subprefeitura e a Coordenadoria de Educação, já estiveram presente em várias reuniões do Conselho de Segurança de Campo Grande, mas até agora não se viu muitos resultados positivos, muito pouco tem sido feito e essa “sensação de insegurança” vem aumentando a cada dia e os motivos são muitos:

Campo Grande, “Cidade Bairro”, como muitos querem chamar já está sentindo as consequências das transformações vividas sem ter sido feitas as infraestruturas necessárias, as casas simples deram lugares a prédios os sítios estão virando condomínios, a frota de veiculo circulante aumentou e as vias de acesso são as mesmas por onde passavam os bondes; os espaços públicos foram deixados de lado (praças, jardins, natureza, monumentos, história de um bairro); poluição sonora, poluição visual (postes, muros, orelhões).

Na cultura, pouco se fez por Campo Grande. O bairro não tem um Centro Cultural, não tem uma Biblioteca mais acolhedora e centralizada; tem dois teatros, mais um deles muito pouco divulgado e o outro precisando de uma reforma urgente. Se não fossem os grupos alternativos e movimentos culturais e artísticos que se desdobram para levar um pouco de cultura, arte e lazer a nossa região correndo atrás de patrocínios e incentivos, que muitas das vezes nem conseguem, quase nada estaria acontecendo por aqui.

O sistema de transporte é ineficiente faltam várias linhas de ônibus e ônibus nas linhas; Um exemplo seria uma linha de ônibus saindo da rodoviária fazendo integração com o BRT x Metrô Coelho Neto; cadê efetivação da estação Maria Tereza com a ligação Campo Grande x Alvorada? Falta uma rodoviária no lado norte do bairro para que os passageiros não tenham que ficar no sol e na chuva a espera de um ônibus. 

Quanto à acessibilidade, falta acessibilidade nas ruas e nas calçadas, foi cobrado dos lojistas que colocassem rampas em suas lojas, mas não foram feitas rampas nas ruas para que se cheguem às lojas; existem várias calçadas com buracos e ainda temos que nos desviar dos ambulantes com o famoso (shopping chão).

Como vemos, podemos ter certeza que o centro de Campo Grande está muito perigoso mesmo, são muitos os assaltos!


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