A nova Estrada do Tingui, em Campo Grande, surge como um importante avanço para a mobilidade urbana da região. Com 1,6 mil metros de extensão e 20 mil metros quadrados de área, a via contribui para a valorização do espaço urbano e amplia as opções de deslocamento até a Avenida Brasil. A obra faz parte do Plano de Mobilidade de Campo Grande, que prevê uma série de intervenções estruturantes para melhorar o tráfego e a integração viária do bairro.
No entanto, apesar dos benefícios, muitos moradores têm manifestado insatisfação com a solução adotada no acesso à Avenida Brasil. A via não contempla o outro lado da avenida, no sentido Santa Cruz, oferecendo apenas um retorno que obriga o motorista a seguir em direção ao centro ou a retornar pela mesma estrada, sem uma alça de acesso, viaduto ou alternativa direta.
Segundo relatos, poderia ter sido planejado um retorno na Avenida Brasil logo após a saída no sentido centro e outro no sentido Santa Cruz, nos moldes do que já existe para quem vem da Estrada do Campinho. A falta dessa conexão tem gerado críticas e reforça a necessidade de que futuras intervenções considerem melhor a realidade de quem utiliza a via diariamente.
Mobilidade eficiente também passa por planejamento completo.

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