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O lado belo, de gente do bem, de uma comunidade da Zona Oeste - "Comunidade do Fumacê", o livro

Idealizado pelo Poeta, escritor, produtor cultural, agente literário, educador social e ativista sociocultural, Bruno Black, cria da Zona Oeste, morador da comunidade do Fumacê (onde se orgulha de viver). Organizado pelo próprio Bruno, Carla Moraes e Alcione Gimenez Conejo.

O livro “Comunidade do Fumacê”, Editora Conejo, é uma obra literária escrita por moradores da comunidade que mostram a importância das pessoas desse lugar, a coletividade, a integração, a ligação emocional compartilhada e sua identidade social de pessoas do bem.

O Livro do Fumacê, nasce como toda criatura, tendo suas fases de amadurecimento do óvulo, até o parto. Quase um filho. Aliás, este também pode ser chamado de coração de mãe, onde sempre cabe mais um.

Histórias de mães, pais, tias(os), madrinhas, padrinhos, vizinhos e vizinhas que construíram este lugar e ajudaram a erguer muita gente por lá, tornando-os vencedores.

Venceu com o rapaz e a moça que se formaram Oficiais das Forças Armadas, o jovem Padeiro que teve uma vida de desafios e hoje é dono de duas padarias no local; venceu a Lavadeira que formou os filhos, a Dona da Tendinha que hoje tem seus filhos no exterior, a Passadeira, o Pedreiro, o Pintor, o Guarda Municipal, o Músico, a Pedagoga, o Bombeiro, a Farmacêutica, a Influenciadora Social e o Escritor.

Este último, Bruno Black!

O único idealizador que conseguiu tirar dos sonhos engessados e transformar em realidade uma história do Fumacê que ninguém conhece e agora está sendo revelado, mostrando O lado belo, de gente do bem, de uma comunidade da Zona Oeste, chamada Fumacê.

Desmistificando assim, este lugar, que até então era conhecido apenas por histórias sangrentas, violências constantes, invasões, operações policiais e guerras de facção, replicadas pelos meios de comunicação, sem olhar o outro lado da comunidade.
Como dizem por lá: Aqui tem gente do bem e aqui, FumaSerei!!!!

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O livro será lançado na Bienal do Livro 2023
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“Quando cresci, descobri que não podia falar o nome do lugar onde eu morava!

Mas como?

Eu amo o meu lugar!”

Bruno Black




 

Comentários

Silvia Gloria De Azevedo pereira disse…
Nosso fumacê é nosso lugar comum.
Temos muitas lutas, mas descobri que faço parte de uma comunidade, onde a luta é diária e compensa.Estamos no Brasil.
Viver sem lutar...não é viver é somente sobreviver.
Amo meu lugar, tenho orgulho de em meio a tantas dificuldades fazer parte de um grupo que luta e batalha para fazer desse lugar um orgulho Brasileiro.
Nosso fumacê é nosso lugar comum.
Temos muitas lutas, mas descobri que faço parte de uma comunidade, onde a luta é diária e compensa.Estamos no Brasil.
Viver sem lutar...não é viver é somente sobreviver.
Amo meu lugar, tenho orgulho de em meio a tantas dificuldades fazer parte de um grupo que luta e batalha para fazer desse lugar um orgulho Brasileiro.

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